Lava Jato é maior que Moro, Dallagnol e Lula, dizem professores de Harvard e Oxford
Fernanda Odilla – Da BBC News Brasil em Londres Direito de imagem: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL – Image captionPesquisador diz que força da marca Lava Jato vai ser testada com as gravações das conversas de Moro e procuradores Professor do Departamento de Política e Relações Internacionais de Oxford, Ezequiel Ocantos, em sua mais recente pesquisa, colocou pessoas sentadas lado a lado para falar sobre operação Lava Jato no Recife (PE).
As três ignorâncias contra a democracia
Numa fase dramática da crise civilizatória, enfrentamos simultaneamente a arrogância do colonialismo, a indolência das transformações inconclusas e a perversão das fake news. Será possível mudar o mundo, ainda assim? por Boaventura de Sousa Santos Publicado 15/03/2019 – Foto: Outras Palavras Escrevi há muito que qualquer sistema de conhecimentos é igualmente um sistema de desconhecimentos. Para onde quer que se orientem os objetivos, os instrumentos e as metodologias para conhecer uma dada realidade, nunca se conhece tudo a respeito dela e fica igualmente por conhecer qualquer outra realidade distinta da que tivemos por objetivo conhecer.
“O problema principal do mundo hoje é a imigração”.
Fábio Prikladnicki – 15-12-2018. Foto: Exame.abril.com O historiador das ideias norte-americano Mark Lilla despertou grande controvérsia em seu país com o artigo The End of Identity Liberalism (“O fim do progressismo identitário”, em livre tradução), publicado no jornal The New York Times em 2016, quando criticou o foco da esquerda americana na política de identidade. Lilla argumentou que a melhor forma de o Partido Democrata defender as minorias é ganhar as eleições, e para isso o discurso fragmentado para diferentes públicos deveria dar lugar a uma narrativa unificada que valorizasse um espírito mais amplo de cidadania e solidariedade.
A revolta dos esquecidos
“trata-se de reconhecer que o fim de um mundo não é o fim do mundo. Mas o sinal do surgimento de um novo mundo!“ Michel Maffesoli, Hélène Strohl, 20/12/2018 Foto: Sebastien Huette – Flickr “Estamos em uma crise, não primeiramente econômica ou social, mas numa verdadeira mudança de paradigma: a política é a gestão, a regulação da convivência, do viver juntos. É a ritualização da violência, a rivalidade homeopática, a regulação de várias paixões e emoções coletivas muitas vezes contraditórias. Essa política foi constituída na modernidade (século XVIII-XX) em democracia representativa“. O artigo é de Michel Maffesoli, professor emérito da Sorbonne, e Hélène Strohl, Inspetora Geral Honorária de Assuntos Sociais, publicado por Correio do Povo, 15-12-2018.