Ex-ministros da Educação se reúnem e lançam nota em repúdio às políticas de Bolsonaro
Em encontro realizado na USP, comandantes da pasta desde 1991 denunciaram o desmonte da educação promovido pelo governo Marcos Hermanson – Brasil de Fato | São Paulo (SP) – 04/06/2019 Foto: Cãmara rerrota “Escola sem partido” / SINTEP-MT Seis ex-ministros da Educação divulgaram uma nota em que mostram “grande preocupação” com as políticas do governo de Jair Bolsonaro (PSL) para a área. O texto foi divulgado após encontro no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) nesta terça-feira (04). “…a educação se tornou a grande esperança, a grande promessa da nacionalidade e da democracia. Com espanto, porém, vemos que, no atual governo, ela é apresentada como ameaça.
Começam a soar os alarmes sobre a sustentabilidade da Presidência de Bolsonaro
Juan Arías – 04/05/2019 – Foto: IHU /roberto stuckertfilho “No Brasil já se fala, sem meias palavras, que o presidente e a maior parte de seu governo parecem ineptos para confrontar os grandes desafios que têm pela frente”. Até agora parece, entretanto, que Bolsonaro continua em campanha eleitoral, dialogando só com o grupo de radicais de extrema direita que permaneceram fiéis a ele, sem ainda demonstrar que é e quer ser o presidente de todos os brasileiros, como exige a Constituição, escreve Juan Arias, jornalista, em artigo publicado por El País, 03-06-2019.
Pornografia é ‘única informação’ do jovem, diz autor atacado por Bolsonaro
Jamil Chade, 10/03/2019 Fotos : Skoob & : pontofrio.com.br Criador do que foi chamado de “kit gay” pelo presidente Jair Bolsonaro, Zep fala sobre a dificuldade do ensino da sexualidade, dos riscos de não informar e ironiza presidente em um desenho dedicado ao político brasileiro. Ainda durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro acusou um certo livro de ser “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. Ele ainda apontou que a obra era “uma porta aberta para a pedofilia” e um “kit gay”. Anos antes de ser escolhida como ministra de Direitos Humanos, Damares Alves também declarou em cultos que o livro era “terrível”.