“As novas gerações entenderam a emergência. Soberanismos e nacionalismos não são a solução”.

Entrevista com Jeffrey Sachs Paolo Mastrolillo – 02/11/2019 – Foto: Daqui “Os jovens entenderam que as emergências da humanidade, do clima à desigualdade, exigem respostas globais.  Nacionalismos e soberanismos não resolvem nossos problemas e, portanto, devemos esperar que essas greves sejam o início de uma mudança de tendência em todo o mundo”. O economista da Universidade Columbia Jeffrey Sachs vem analisando essas questões há muitos anos, inclusive como consultor do Secretário Geral da ONU, António Guterres. Então perguntamos a ele se greves como a da última sexta-feira podem ter um impacto concreto. “Os jovens estão completamente certos. Todos os dados mais recentes, desde aqueles provenientes da China até o último relatório da ONU, confirmam que a situação é horrível e muito perigosa para o futuro. Isso depende em parte das escolhas de Trump e da distração do resto do mundo. O impacto concreto que terão ainda precisa ser visto. Certamente, tiveram um grande efeito na Europa, que com os empenhos assumidos pela Comissão e pelo Parlamento, tornou-se líder sobre a emergências climáticas. Agora Bruxelas terá que usar sua influência na Ásia e sobe os EUA”. A entrevista é de Paolo Mastrolillo, publicada por La Stampa, 30-11-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.

Estado Islâmico: como a retirada de tropas americanas do norte da Síria pode fazer reaparecer o grupo jihadista

  BBC – 10/10/2019 Direito de imagem – GETTY IMAGES – Image caption – Os países europeus se recusaram a receber de volta cidadãos presos por estarem vinculados ao Estado Islâmico Considerado praticamente derrotado, o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico pode ressurgir. É que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar as tropas americanas do norte da Síria pode comprometer a segurança de alguns campos de detenção jihadistas.

A trégua terminou: os líderes mundiais apresentam a conta a Trump

Ele acreditou dessa maneira “seduzir” sucessivamente Xi e Putin, Kim ou Erdogan. Mas eles o pagam com a mesma moeda: sabem ser tão inconstantes quanto ele. Alternam tapinhas nas costas com facadas nas costas.   Federico Rampini – 29 Julho 2019 – Imagem: Daqui Os mísseis de Kim, o novo eixo Rússia-Turquia. Aumenta a lista de fracassos diplomáticos de Trump. O comentário é de Federico Rampini, jornalista italiano, publicado por La Repubblica, 25-07-2019. A tradução é de Luisa Rabolini. Segundo ele, “a taxa de caos cresce; a pilhagem internacional da America First é incerta”.