Brasil entrará em temporada de queimadas sem plano para a Amazônia
André Shalders Da BBC News Brasil em Brasília – 2 julho 2020 Direito de imagem: GETTY IMAGES – Image caption . Na Amazônia brasileira, maioria das queimadas costuma acontecer nos meses de agosto e setembro.
“Como vocês explicarão aos seus filhos que desistiram?”. Discurso de Greta Thunberg em Davos
Katia Riccardi, 22 Janeiro 2020. Foto: Greta Thunberg discursa no Fórum Econômico Mundial de 2020 em Davos / Manuel Lopez “A vossa inação está alimentando as chamas de hora em hora. E nós estamos lhes dizendo para se comportarem como se amassem vossos filhos acima de qualquer outra coisa”. A reportagem é de Katia Riccardi, publicada por República, 21-01-2020 . A tradução é de Luisa Rabolini.
Para Bolsonaro, a crise climática é uma fantasia, “um complô marxista”. Entrevista com Eliane Brum
Abril Becerra – 22/01/20 – Foto: Daqui A jornalista brasileira Eliane Brum foi testemunha privilegiada das mudanças políticas e sociais em seu país. Como comunicadora e através de suas colaborações ao jornal El País e The Guardian e por meio de suas múltiplas publicações, tentou esclarecer temas variados como a mudança climática, a violência contra comunidades indígenas, a história recente do Partido dos Trabalhadores e as práticas do governo de Jair Bolsonaro.
Redes criminosas na Amazônia ‘têm carta branca’ sob Bolsonaro, diz relatório da HRW
De janeiro a outubro de 2019, o desmatamento da Amazônia aumentou em mais de 80%, em comparação com o mesmo período de 2018 – diz HRW Andréa Martinelli – 15 Janeiro 2020 Foto: Amanda Perobelli / Reuters Organização afirma que tem uma reunião marcada com Sérgio Moro para discutir as ações do governo federal de combate à criminalidade na Amazônia. A reportagem é de Andréa Martinelli, publicada por HuffPost, 14-01-2020.
O clima hostil contra os povos indígenas no Brasil
Ativistas denunciam aumento de ataques contra comunidades indígenas e postos da Funai. Órgãos de segurança e militares não conseguem controlar a situação, e governo fala em liberar terras para exploração econômica. Thomas Milz – 20 Dezembro 2019 Foto: Em agosto, mulheres indígenas protestaram em Brasília pelos seus direitos – Reuters/A. Coelho Ativistas denunciam aumento de ataques contra comunidades indígenas e postos da Funai. Órgãos de segurança e militares não conseguem controlar a situação, e governo fala em liberar terras para exploração econômica. A reportagem é de ThomasMilz, publicada por Deutsche Welle, 19-12-2019.
“As novas gerações entenderam a emergência. Soberanismos e nacionalismos não são a solução”.
Entrevista com Jeffrey Sachs Paolo Mastrolillo – 02/11/2019 – Foto: Daqui “Os jovens entenderam que as emergências da humanidade, do clima à desigualdade, exigem respostas globais. Nacionalismos e soberanismos não resolvem nossos problemas e, portanto, devemos esperar que essas greves sejam o início de uma mudança de tendência em todo o mundo”. O economista da Universidade Columbia Jeffrey Sachs vem analisando essas questões há muitos anos, inclusive como consultor do Secretário Geral da ONU, António Guterres. Então perguntamos a ele se greves como a da última sexta-feira podem ter um impacto concreto. “Os jovens estão completamente certos. Todos os dados mais recentes, desde aqueles provenientes da China até o último relatório da ONU, confirmam que a situação é horrível e muito perigosa para o futuro. Isso depende em parte das escolhas de Trump e da distração do resto do mundo. O impacto concreto que terão ainda precisa ser visto. Certamente, tiveram um grande efeito na Europa, que com os empenhos assumidos pela Comissão e pelo Parlamento, tornou-se líder sobre a emergências climáticas. Agora Bruxelas terá que usar sua influência na Ásia e sobe os EUA”. A entrevista é de Paolo Mastrolillo, publicada por La Stampa, 30-11-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.
Discurso de Bolsonaro foi o “mais desastroso” do Brasil na ONU, diz ex-ministro Rubens Ricupero
Para Ricupero, postura de Bolsonaro sobre a Amazônia acaba com “a imagem positiva” que Brasil tinha sobre meio ambiente Brasil de Fato, 25-09-2019. Foto: Daqui Ao O Estado de S.Paulo, Rubens Ricupero afirmou que apresentação brasileira “foi como lavar roupa suja fora de casa”. “Eu considero o discurso mais desastroso de todos os discursos feitos pelo Brasil desde que existe o debate da Assembleia Geral […]. É um discurso agressivo e belicoso no fundo, na forma e no tom. Bolsonaro estava claramente desconfortável naquele ambiente, sentia que era um auditório hostil. Não teve amenidades. A reportagem é publicada por Brasil de Fato, 25-09-2019.
Estudantes lideram protesto global contra mudança climática às vésperas da cúpula da ONU
Ana Carbajosa Vicente, Lluís Pellicer Mateu – 21/09/2019 Foto: YouTube Milhões de pessoas saem às ruas para reivindicar medidas eficazes em defesa do meio ambiente, em manifestações em várias cidades do mundo. Greve desta sexta-feira culmina com uma manifestação em Nova York encabeçada pela ativista GretaThunberg. A reportagem é de Ana Carbajosa Vicente, Lluís Pellicer Mateu, publicada por El País, 20-09-2019.
Sínodo da Amazônia “revela sagacidade política do papa”
Estratégico para suprir a falta de padres na região, ordenar leigos é visto como “herético” por ala conservadora da Igreja. Lucas Ferraz, – 17 Setembro 2019 – Foto: Francisco / Agência Pública Essa é a explicação que se ouve dentro dos muros do Vaticano sobre a convocação da reunião no próximo outubro em Roma, que vem fazendo barulho entre os cardeais. Evento consolida Francisco como porta-voz do meio ambiente. Degradação ambiental na Amazônia coincide com a social, destaca documento. A reportagem é de Lucas Ferraz, publicada por Agência Pública, 16-09-2019
Lindomar Padilha, do Cimi: “No Brasil, os povos indígenas são vistos como estorvo”
Tomás Sopas Bandeira – 13 Set 2019 Foto: Direitos reservados. Lindomar Dias Padilha: “Nunca o Governo brasileiro realmente se preocupou nem com os povos e comunidades tradicionais nem com a própria natureza.” “O ataque aos territórios reviamente demarcados já se tem intensificado e a tendência é piorar muito mais. São constantes os ataques, as invasões e mesmo as queimadas criminosas”, diz Lindomar Dias Padilha, um dos responsáveis do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), acerca da situação que se vive na Amazónia e no Brasil.