Vaticano e China: relações diplomáticas são o limite, liberdade religiosa tem de ser alargada

7M/Crux/AsiaNews/UCANews | 23 Out 20 O Papa Francisco, no Vaticano, junto de um grupo de católicos chineses com a bandeira da República Popular: aproximação lenta e apertada, entre críticas. Foto: Direitos reservados. China e Vaticano anunciaram a renovação, por mais dois anos, do acordo provisório assinado em Setembro de 2018. O cardeal secretário de Estado diz estar consciente de que o documento não pretendia resolver todos os problemas. Agora, há que trabalhar não só pela unidade dos católicos chineses, mas também pela sua liberdade, dizem observadores. E, já agora, das restantes minorias religiosas.