A ilusão do “eu” das redes de comunicação digital produz um tipo de democracia aparente, mas sem uma visada democrática. Entrevista especial com Rosane Borges

Por: Ricardo Machado | 13 Mai 2021 – Foto: DAQUI Diz-se, no dia a dia das redações, que à imprensa cabe “afligir os satisfeitos e satisfazer os aflitos”. Ocorre, no entanto, que não são raros os casos em que a comunicação, em especial o jornalismo, produz discursos contrários a esta prerrogativa. “A mídia tradicional tem uma responsabilidade culposa no processo de destituição dos direitos humanos”, pontua a professora doutora e pesquisadora Rosane Borges, em entrevista por telefone ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU.