Carta ao primeiro ministro israelense Netanyahu sobre os “assentamentos”

José Ignacio González Faus, sj., 06/08/17 Tradução: Orlando Almeida Foto: O primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu González Faus, sj: “Apelar ao dom de Deus para tomar a terra de outros é simplesmente uma blasfêmia”. “O que temos em comum como humanos é superior ao que nos diferencia”

A BÍBLIA EM PRAÇA PÚBLICA

Frei Bento Domingues, O.P. – 09/04/2017 “Pensar que o estudo da Bíblia e as suas traduções só merecem confiança, se forem obra de clérigos e de editoras católicas submetidos ao Imprimatur episcopal, é supor que a Bíblia é propriedade privada de empresas confessionais. Que os responsáveis das comunidades católicas zelem pela formação bíblica dos seus membros e pelas expressões da fé cristã é o mínimo que se lhes pode pedir. Infelizmente, nem sempre cumprem esta missão.”

De mãe a discípula

A igreja não tem nenhuma fórmula para salvar o mundo. É uma convocatória para o trabalho. Não é pouco. Frei Bento Domingues O.P. 18/12/2016 “Jesus viveu uma longa polêmica com os discípulos: traído por um e abandonado por muitos[6]. Os seus irmãos também não acreditavam nele[7].O caso de Maria é completamente diferente. O Evangelho de João mostrou que a mãe de Jesus deixou de mandar no seu filho, mas não o abandonou, nem deixou de acreditar nele. Tornou-se a mãe que vai, silenciosamente, para a escola do filho. Só reaparece quando já está identificada com o projeto de Jesus e com a decisão de o acompanhar até ao fim”.

“Padre Olivier-Thomas Venard, O. P. : «A Bíblia mais que um livro, é uma biblioteca, coletânea de mil anos de escrita»

1. Notícia do Osservatore Rome – 2. Entrevista do Le Figaro Uma revolução na história da literatura Osservatore Romano – 01 de dezembro de 2016 Na Foto: Alessandro Bonvicino “O profeta Oséias” (1521-1524) Está para vir à luz na França um novo programa de edição on-line dos textos bíblicos. O projeto – chamado ‘La Bible en ses traditions’ (A Bíblia nas suas tradições) e sugestivamente abreviado Best – prevê a publicação das versões hebraica, aramaica, grega e latina da Sagrada Escritura “sem privilegiar uma ou outra em nome de um muitas vezes discutível ‘autenticidade’ “. 

Uma Carta Impaciente de Deus: Rivalidades bobas em religião

De: Deus // Aos: Meus filhos da Terra Assunto: Rivalidades bobas em religião Este artigo foi publicado neste Site em 2009. Mas, devido ao dia de Oração pela Paza, de Papa Francisco e muitos líderes religiosos mundiais  de várias Religiões, em Assis, achamos oportuno republicá-lo hoje. – Se Deus é o Senhor da História, provavelmente ele promoveu ou, pelo menos, permitiu a multiplicidade de Religiões, como o fez em relação às Raças, Línguas, Culturas, etc. E, então, por que nós deveríamos ser exclusivistas e intolerantes?  (NdR)

As obras de misericórdia (2)

Anselmo Borges – 30 de julho 2016  No “Ano da Misericórdia”, aí estão, com Xabier Pikaza, as obras de misericórdia. São catorze: sete corporais e sete espirituais. Vinculam a justiça e o coração: a misericórdia não pode esquecer a justiça, mas a justiça tem de ser mobilizada pela misericórdia. Para sermos humanos.

As obras de misericórdia (1)

Pe. Anselmo Borges – 23/07/2016  “O que em primeiro lugar decide da salvação não são atos de culto, mas os que contribuíram para um mínimo de dignidade humana. Por isso, Jesus, com escândalo de muitos, porque comia com publicanos e pecadores, coloca na boca de Deus as palavras do profeta: “Quero misericórdia e não sacrifícios.”

Um contador de histórias subversivas

 A Eucaristia é um convite para a festa, para a festa de Deus revelada nos gestos e nas palavras de Jesus. Frei Bento Domingues O.P. – 06/03/2016 “A parábola não ensina, dá que pensar. Liberta a imaginação. Não nos deixa acorrentados às religiões que herdámos. A fé cristã, ao proclamar, na Eucaristia dominical, a parábola do Filho Pródigo vem dizer: não estraguem o Domingo!”

Esta Quaresma começou bem (1)

A falta de humor teológico e litúrgico acaba sempre por sacralizar o ridículo Frei Bento Domingues O.P. – 21/02/2016  1. As Igrejas Católica Romana e Católica Ortodoxa, em 1054, consumaram, de forma solene, o seu progressivo divórcio: excomungaram-se reciprocamente. Dizia-me um amigo, pouco entendido em questões de religião: isso de excomunhões deve ser com como lançar um feitiço para o quintal do vizinho. Só funciona se os dois acreditarem nisso.