58% dos padres e seminaristas entrevistados por uma universidade jesuíta se declararam “não heterossexuais”

                        Foto:  Clericalismo: doença incrável? / DAQUI Religión Digital – 24.08.2022 Teólogos americanos estudaram as atitudes católicas em relação ao clericalismo e chegaram a conclusões claras: os padres recebem pouco apoio para estabelecer um relacionamento saudável com sua sexualidade. Isso incentiva o abuso. “Novos modelos de sacerdócio que se concentram no empoderamento dos leigos, cuidado mútuo, transparência, abertura e vulnerabilidade são cruciais para a prevenção da violência sexual na Igreja”, enfatizam os autores. As dimensões importantes para o estudo do clericalismo são sexualidade, papéis de gênero e poder. Os pesquisadores, portanto, recomendam ancorar o desenvolvimento de uma sexualidade madura na formação de sacerdotes e leigos. Ainda há muito pouca reflexão na Igreja sobre como os relacionamentos são retratados