“Poderia ter sido papa. No entanto, em seu mais íntimo, desejava que não votassem nele.” Naquele 19 de abril de 2005, o dia em que Joseph Ratzinger foi eleito para suceder João Paulo II, o nome de Jorge Mario Bergoglio circulava com peso entre aqueles que se animavam a fazer previsões sobre o resultado da eleição do conclave.
Ratzinger foi eleito após quatro votações, com 84 votos dos 115 cardeais presentes, e seu adversário não foi o cardeal progressista Carlo Maria Martini, como se dizia, mas sim o arcebispo de Buenos Aires.