
O governo brasileiro fará o possível para garantir a segurança de Casaldáliga
A presidente brasileira, Dilma Rousseff, condecorou nesta segunda-feira o bispo espanhol Pedro Casaldáliga e outras 16 pessoas, entre elas o bispo Tomás Balduíno, por seu trabalho em defesa dos Direitos Humanos.
Casaldáliga não pôde receber o prêmio pessoalmente já que está refugiado em um lugar desconhecido sob proteção da Polícia Federal devido ao recrudescimento das ameaças que vem recebendo há anos por seu trabalho a favor dos indígenas.
Rousseff afirmou que o Brasil “aprendeu a admirar” Casaldáliga e o bispo Tomás Balduíno, também homenageado por seu apoio aos indígenas, e disse que ela mesma se orgulha de ser “contemporânea” de ambos.
A presidente manifestou que o Estado brasileiro dedicará “todos os meios e forças policiais e civis disponíveis” para garantir a segurança e a proteção daqueles que trabalham “na defesa dos excluídos”.
Além disso, Rousseff assegurou que a defesa dos Direitos Humanos é “muito importante” para ela e para sua geração, porque “sentimos na carne o abuso de poder e a truculência do Estado”.
Reportagem publicada em Religión Digital, España) |