Mas esta baixa também faz parte de um plano mais vasto de enfraquecer as economia da Venezuela e do Irão, mas sobretudo de demolir a economia da Rússia, já cercada militarmente pela NATO/USA, e vítima de sanções ocidentais.
Demolir a economia russa.
A baixa do preço do petróleo é uma estratégia dos Estados Unidos para enfraquecer o Irão, mas sobretudo a Rússia (segundo produtor mundial).
Atinge lateralmente outros países como a Venezuela, a Nigéria, Angola e Argélia, com economias dependentes do petróleo. Mas isto não passa de mais uma “cereja em cima do bolo”, dado que a Venezuela é um alvo a abater e a Argélia o próximo país condenado a ver florescer uma “primavera árabe”.
O pais que tem a capacidade, dado o volume de produção, de modular o preço do petróleo é, nem mais nem menos, que o governo fantoche instalado pelos Estados Unidos: a Arábia Saudita (primeiro produtor mundial), que não o faz nem vai fazer.
Desafio de Putin no tabuleiro mundial.
Vladimir Putin chegou ao poder, em 1999, tinha pela frente um país fora de controle, dominado pelas oligarquias dos anos 90. Começou por limitar a evasão fiscal com a instauração de um imposto fixo de 13% sobre qualquer rendimento. Nacionalizou também as principais industrias.
O preço do petróleo estava elevado o que permitiu aumentar o nível de vida das populações.
As exportações de gás e petróleo representam 70% das exportações russas. A actual baixa do preço do petróleo representa uma quebra de 10% do PIB.
A especulação fez cair o rublo em cerca de 40% em dezembro de 2014. Mas existe um parceiro internacional russo capaz de virar a situação: a China. A China detém a maior reserva mundial de dólares, cerca de 4 000 000 000 000 de dólares, se decidisse vender esses dólares no mercado mundial, o valor dessa moeda desaparecia.
FONTE: http://octopedia.blogspot.com.br/2015/03/porque-e-que-o-preco-do-petroleo-nao.html

