CELIBATO: CARISMA PARA O REINO, OU “PERFEITO” PROJETO DE PODER?

Comentário ao artigo “Entre a Cruz e a Castidade”

O colega Armando Holocheski, professor de Teologia em Guarapuava, PR, comenta o artigo Entre a Cruz e a Castidade e tece oportunas considerações teológicas e históricas sobre o modelo de padre e bispo celibatário, há séculos vigente na Igreja católica ocidental.
Que, pelo que consta, tem muito pouco de bíblico e teológico e muito mais de projeto de uma Igreja-poder.

Não só com Gregório VII no séc. XI, mas também com João Paulo II e Bento XVI, no século XXI.

A Hierarquia católica não se conforma com sua perda de poder, domínio e esplendor e, desde o Concílio de Trento até hoje, sempre está em choque com seu tempo, querendo restaurar, voltar para trás. Sobretudo desde Pio IX a Bento XVI, se excetuarmos a figura impar de João XXIII e, em parte, a de Paulo VI, nos primeiros 8 anos de pontificado.

É a típica mentalidade de quem pensa que vive no Absoluto e na Eternidade.

E a perda da noção bíblica de Kairós, o tempo oportuno. E da inteligência e humildade de, como, ensinava João XXIII, querer e saber ouvir a voz da História, os anseios e amarguras que sobem das bases do Povo de Deus, de Perscrutar os Sinais dos Tempos.

João Tavares

COMENTANDO “Entre a Cruz e a Castidade”

Interessante a matéria e, se for para debater essa questão, digo que além dos argumentos tirados da pesquisa, das entrevistas e das decisões ocorridas no decorrer da história, também caberia que se leve em conta razões de cunho teológico, histórico e contextual.

Uma razão de cunho teológico para o celibato já foi abordada por Paulo e também levantada pelos redatores dos Evangelhos. Aí o celibato está sendo colocado como uma libertação trazida por Jesus o Cristo para a realização pessoal, sem a necessidade de optar pelo único caminho que era o de casar-se (principalmente para a mulher).

Outra realidade decisiva está no fato de cunho histórico, que acabou empurrarndo os ministérios ordenados para o celibato; é o surgimento do monaquismo como reação à liberdade religiosa decretada em 313 por Constantino.

Até aí ser cristão era um risco muito sério, inclusive de perder a vida. Com a liberdade este risco desapareceu e muita gente começa a se enfiar em grutas e desertos para começar a lutar contra os riscos de sua própria natureza mal comprendida por influência da filosofia dualista que via o ser humano como uma parte do princípio do bem (o espírito) aprisionada dentro da matéria, princípio do mal. O monaquismo começa aí por 318, no Egito.

Mais tarde Agostinho, porque teve contato com o maniqueísmo que defendia estes dois princípios e porque teve mal resolvida a sua juventude no terreno afetivo-sexual, influenciou muito nesta dualidade: o espírito é do bem e o corpo é do mal, tanto assim que a sexualidade, imaginada como coisa corpórea e genital, ficou muito marcada como coisa má, suja.

O Concílio de Nicéia, o 1° dos Ecumênicos, teve na sua agenda a proposta de instaurar o celibato para os ministros ordenados, mas teve esta proposta rejeitada e por um bom tempo padres e bispos continuaram sendo ordenados dentre solteiros e dentre casados. Elvira (na Espanha) celebrou um Concílio local e sua decisão não se estende para toda a Igreja, que era muito maior e mais desenvolvida no Oriente, onde a ordenação de casados ainda continua hoje como parte da Tradição Apostólica, embora com muitas ingerências jurídicas.

Parece-me importante aprofundar melhor as razões de Gregório VII em impor o celibato. Ele era monge cluniacense e é importante a ótica deste ramo de vida monacal sobre como libertar os bispos e o clero do sistema feudal, que transformava as dioceses em reféns dos senhores dos feudos. Havia razões econômicas, mas as duas razões principais eram:

– reverter a falta de zelo missionário dos presbíteros, que ele equivocadamente julgava provir do fato de serem casados

– solidificar o poder do sucessor de Pedro, colocando-o acima dos príncipes. Aí o celibato começa a ser vinculado à questão do poder.

Claro que podemos também aduzir o fato histórico de que, com a liberdade de religião decretada por Constantino (que de fato não estava pensando na liberdade religiosa, mas numa forma de tirar da ilegalidade as melhores forças do império – os cristãos – e pô-las a serviço do mesmo). Aos cristãos deu-se o poder e os cristãos, em poucos anos, colocaram na ilegalidade as religiões pagãs e trouxeram para o seu meio todo o sistema de culto pagão como os templos, os altares e transformaram os ministérios em sacerdócio templário.

Isso deve ter contribuido fortemente para a idéia de o prebítero se transformar em sacerdote, um homem apartadao dentre o povo, sem pátria, sem pai, sem mãe. Equivocadamente se usou o texto bíblico de Hebreus e Gênesis para justificar esta figura, querendo dizer que nisto está uma razão teológica de o padre ser diferente, mas que de fato é apenas idelógica para justificar o poder clerical.

Não me estendo neste terreno porque ainda não pude aprofundar isto, mas é preciso levar isto em conta para entender a figura do padre de hoje.

Outro aspecto também muito fundamental é aprofundar melhor a significativa contribuição do Concílio de Trento. É o Concílio da contra-reforma e a partir dele é que nascem gradualmente os seminários, olhados como a sementeira, o viveiro onde, livre dos perigos do mundo olhado como mau, se formará o padre que depois vai ficar confinado na vitrine paroquial.

Será um homem diferente dos outros: viverá numa casa paroquial, solteiro, rezará o breviário (uma versão pobre da Oração do Tempo que nasceu no povo e foi do povo, mas que aos poucos foi levada para dentro dos mosteiros) e se didicará ao serviço paroquial, que consiste em manter o status quo imaginado que todo mundo é da Igreja.

É preciso lembrar que o sistema paroquial é medieval, mas que é retomado pelo Tridentino, celebrado dentro da modernidade e para responder aos desafios da modernidade. Entende-se este voltar-se para o passado e retomar coisas do passado porque o Tridentino é Contra-Reforma e por isso está ajuntando coisas antigas para contrapô-las à modernidade com a qual a Igreja não está conseguindo se entender. Temos que lembrar ainda que a Contra-Reforma pre-conciliar, conciliar e pós-conciliar abriu caminho para a vida religiosa não monacal.

Aí nascem as muitas congregações religiosas com os seus carismas, mas no fundo todas estão assentadas sobre os três pilares da vida monacal: pobreza, obediência, castidade. Este fato reforça a imagem de padre celibatário. Os religiosos que trabalharam como missionários, com os pobres, com o povo, ainda conseguiram achar no celibato o sentido de uma doação aos outros.

Conheci muitas religiosas que, trabalhando entre o povo pobre, tornaram-se as grandes mães cheias de afeto, carinho, doação. Mas pergunto: qual o sentido de um voto de castidade para uma freira que passou a vida inteira na cozinha, na lavanderia e nos serviços gerais de uma casa religiosa?

Creio que seria de grande valia aprofundar mais a contribuição do Tridentino e das congregações religiosas para sedimentar a imagem do padre, que além de herdar do império romano o figura de sacerdote, tornou-se o homem isolado por força do modelo de presbítero construido a partir do Tridentino, um modelo voltado para o passado porque o sitema paroquial é um sistema vindo do passado e voltado para o passado: não dar espaço à modernidade

O presbítero, chamado de padre (um arcaísmo português e espanhol para designar pai), ou sacerdote, como hoje se ressalta com força, é um homem que a visão tridentina fez com que seja julgado como alguém que não possa e não deva ser humano no sentido positivo do termo e por isso não pode viver valores humanos. O Tridentino não conseguiu encarar a modernidade, que à época de sua celebração já estava comemorando o 1o centenário de existência, e preferiu optar por um caminho de restauração do passado e fez do presbítero alguèm em função da preservação de um mundo que pertence ao passado mediante a manutenção do sistema paroquial.

As congregações que nasceram depois do Tridentino para as missões e outras necessidades acabaram assumindo paróquias como uma espécie de terceirização de serviços, cedendo padres porque os bispos não possuíam clero próprio, em que pese tudo o que se gastou e se rezou pelas “vocações”.

Mais um aspecto, que habitualmente não se leva em consideração, é a perda do poder que adveio para a Igreja ocidental com o surgimento da democracia e o desaparecimento do sistema monárquico. Concretamente um dos seus pontos altos é a instauração da republica itáliana.

No Pontificado de Pio IX, o último Papa Monarca, a Itália tomou os territórios da Igreja, chamados Estados Pontifícios, e o Papa se isolou na pequena propriedade que a Igreja de Roma possuia (17 alqueires) e que hoje forma o Estado do Vaticano. Conduzir a questão do celibato para este caminho pode parecer sem sentido, mas não é. Pio IX se isolou e não quis negociar nenhum acordo com a república Italiana porque se sentiu despojado de todo poder. Para ele o Vigário de Crsito (que devia estar acima de todos os poderes) não podia ao mesmo tempo ser um cidadão que pertenece a um país e se curva às suas leis. Por isso Pio IX e seus sucessores como Leão XIII, Pio X, Pio XI, Pio XII, João Paulo II e em certos aspectos até Bento XVI, se empenharam para restaurar o poder da Igreja que a modernidade tirou.

Historicamente houve um grande trabalho de salvar, reconstruir e projetar a ideologia do poder papal. Este trabalho teve conotações específicas com cada papa e uma linha contínua para reconstruir um poder que as mudanças trazidas pela modernidade punham em questionamento. Ainda no pontificado de Pio IX, tendo como pano de fundo a perda dos domínios territoriais, o Concílio Vaticano I declara o Papa infalível em questões de moral e fé, e Primaz ou supremo lider espiritual e administrativo incontestável de toda a Igreja. Durante as três décadas seguintes, que foram o pontificado de Leão XIII e parte do de Pio X esta definição foi se consolidando pelo processo de uma espécie de restauração mediante o florescimento de novas instituições acadêmicas e administrativas.

Neste período começa a Nova Teologia na Alemanha, começa o movimento de uma reforma litúrgica, prosperam os estudos bíblicos (o Instituto Bíblico dos Jesuitas em Roma e a Universidade Bíblica de Jerusalém dos dominianos), o renascimento de um ramo da filosogfia tomista que proporcionava a sensação de um bastião contra as idéias modernistas e uma defesa da autoridade papal. Começa a discussão de uma doutrina social da Igreja e se inicia o processo de modernizar a forma de organizar a legislação da Igreja, que é a codificação, o Código de Direito Canônico, de 1917.

Todo esse processo vai se refletir diretamente no modelo de padre. Novas congregações começam a aportar nas Américas e começam a substituir o antigo clero dicesano, que numa boa porcentagem era um clero familiado, mesmo que legalmente não pudesse existir. No período de Leão XIII, seguido do Pontificado de Pio X, se fortalece o medo da modernidade. Pio X condena o pensamento moderno, obriga, sob juramento, que nenhuma instituição de formação, nenhum professor, nenhum pároco ensinará o pensamento moderno.

Com um clero predominantemente religioso marcado pelos três elementos estruturantes da vida religiosa – os votos de obediência, pobreza e castidade – de certa forma extrapolados para o clero diocesano que não tem voto de castidade mas deve fazer uma promessa que equivale, não tem voto de obediência mas no dia da ordenação deve se ajoelhar diante do bispo e prometer obediência e reverência ao bispo e aos seus sucessores, não há mesmo espaço para a discussão de outra figura de presbítero. Só cabe o presbítero celibatário.

Na esteira de consolidar o poder do Papa, a legislação da Igreja se dá em pequenos códices. Um jovem e brilhante padre, neto, filho e sobrinho de juristas que estavam a serviço da Igreja desde os tempos de Pio IX, trabalha por anos na organização da codificação das leis eclesiáticas que darão um instrumento legal e burocrático para o exercício do poder papal esboçado no Concílio Vaticano I como substituição do poder que o Papa tinha como monarca. Esse jovem padre deu os melhores anos de sua juventude para este trabalho, depois ascendendo na carreira diplomática empenhou-se muito para enquadrar as dioceses dentro do Manual conhecido como Código de Direito Canônico, promulgado em 1917.

Esse código criou os meios necessários para instituir, impor e manter um novo e extraordinário relacionamento de poder piramidal de cima para baixo. No vértice superior da piramide está o supremo líder e tem poder jurídico sobre o último dos fiéis na base da pirâmide. Como ficou o clero dentro desta estrutura? Se já desde Gregorio VII vinha a proibição de o clero se casar, reforçada pelo Tridentino, que criou um modelito de padre paroquial, o Código, além da incardinação do padre na diocese, colocou uma determinação legal que jogou dois sacramentos um contra o outro: estabeleceu que todo aquele que tivesse recebido a ordenação (padre, bispo, ou diácono) está impedido de contrair matrimonio válido. Se contrair esse matrimônio é nulo.

A ideologia do poder papal, reforçada pelo Código de Direito Canonico ganha impulso maior ainda porque o Padre Eugenio Pacelli tornou-se sucessor de Pio XI e, tendo ajudado a construir o Código de Direito Canônico, torna-se o mais influente sacerdote do mundo do final da década de 30 até o final da década de 50. Toda a discussão da questão do celibato dos presbíteros do Ocidente não encontra uma resposta satisfatória se for colocada tão somente sob o prisma da mudança de uma lei. Trata-se de discutir um modelo de padre que responda às necessidades da pós-modernidade e se entenda que há necessidade de se deixar de lado toda essa montanha de elementos que estão encima do padre.

É obvio que o esquema de poder papal e uma igreja piramidal nascida do Vaticano I não podiam persistir para sempre. Nos finais do pontificado de Pio XII começaram a aprecer sinais de fragmentação, despertando anseios de reavaliação e renovação. O Concílio Vaticano II, convocado para 1962 pelo sucessor de Pio XII, eleito em 1958, foi justamente para rejeitar o modelo de uma igreja monolítica e centralizada dos antecessores em uma Igreja preferencialmente uma comunidade descentralizada e humana, sempre em movimento, assentada no princípio da colegialiadade dos bispos unidos pelo sucessor de Pedro e da colegialidade dos presbíteros unidos pelo bispo em cada diocese.

As expectativas eram profundas. Dois documentos fundamentais Lumen Gentium – a Igreja falando de si mesma – e Gaudium et Spes – a Igreja inserida no mundo moderno – dão uma nova ênfase na História, na Liturgia, acessível e participativa, na Comunidade, no Espírito Santo, no discipulato, no amor que se expressa quando o discípulo faz suas as alegrias, angústias, sofrimentos e esperanças de todo homem. Há uma ansiedade de anunciar Jesus Cristo Luz do mundo, uma luz que principalmente se reflete no rosto do discipulo.

É dentro deste contexto que começam timidamente as primeiras discussões sobre uma nova forma de presbiterato: O presbítero à luz do Vaticano II. É neste contexto que milhares de presbíteros pedem para sair da estrutura tridentina e do esquema jurídico vigente. Essa saída massiva foi denominada com um termo teologicamente incorreto: abandonar ou sair do ministério e que continua sendo empregado.

Se havia sinais de renovação e grandes expectativas, havia também sinais e atitudes que indicavam que os velhos hábitos e a disciplina resistem contra a morte e por isso havia indicações desde o começo de que o centrismo papal e o do Vaticano não aceitariam tão facilmente os novos tempos e se empenhariam em reerguer tudo o que caiu com o vendaval de Pentecostes que soprou com o Vaticano II.

E assim o próprio Paulo VI, no fim da vida, mostra-se pessimista e João Paulo II, que praticamente é o sucessor de Paulo VI, antecedido por brevíssimos 30 dias de João Paulo I, é uma Papa que não teve expressão no Concílio.

Ele se empenhará na restauração dos tempos de Pio XII. E a questão presbiteral amargará um abandono que deteriorará os presbíteros que sairam do sistema e ficaram à margem, esperando-se que se extingam pela morte. O presbiterato no mundo todo é predominantemente velho e escasso. Nos países onde aumentou, desconfia-se da solidez da sua formação e é um enigma o que está acontecendo com os que não querem mais o exercício na forma como está.

No começo do terceiro milênio do cristianismo é cada vez mais evidente que a Igreja de Pio XII vem se reafirmando por incontáveis maneiras, umas evidentes, outras mais capciosas, mas que deixa claro que se retornou a uma igreja piramidal, onde a fé num homem de batina branca, que determina tudo da solidão do seu pináculo, ocupa lugar de supremacia.

Um teólogo britânico, Adrian Hastings comenta: “A grande onda impulsionada pelo Vaticano II consumiu sua força pelo menos em termos institucionais e novamente reapareceu a paisagem antiga e agora o Concílio Vaticano II é muito mais interpretado no espírito do Concílio Vaticano I, no contexto do modelo de catolicismo de Pio XII”. E com Bento XVI podemos dizer que se quer voltar ainda muito mais para a cristandade.

A guisa de conclusão destas observações, que queria fossem só algumas linhas, mas que se alongaram muito, retorno à pergunta: e como ficou a questão do celibato do presbítero diocesano? Restringi ao presbítero diocesano porque a discussão do celibato dos religiosos, das religiosas e dos monges é outra questão que faz parte da estrutura monacal e religiosa que a Igreja acolheu.

Não vejo que se chegue a uma solução adequada pela simples alteração do código do Direito Canônico que impõe por via indireta o celibato, quando estabelece a nulidade de matrimônio de quem recebeu a imposição das mãos para ministérios ordenados…

Vejo que são duas questões bem mais profundas que precisam ser esclarecidas.

A primeira é uma melhor conceituação do presbiterato a partir de reflexão teológica. Praticamente não existe na história uma teologia sobre o presbiterato, e também sobre as outras formas de ninistério ordenado. Existe muita ideologia, muita consideração piedosa, muito equívoco. Já ouvi bispo ensinar que o único chamado de Cristo é atendido de duas maneiras diferentes: uma pelo que resolve ser padre e outra por aquêle que se casa, como se estes dois sacramentos fossem antagônicos. É disparate que bispo não podia dizer por que é bispo.

A segunda questão é a discussão séria e serena sobre um modelo de presbítero para a pós-modernidade, reforçada pela decisão que a Igreja da América Latina e Caribe tomou. Uma decisão corajosa: abandonar o sistema paroquial, um sistema de manutenção (de algo que não tem espaço na posmodernidade) e tornar-se uma igreja de discípulos missionários.

Padre Comblin diz que esta é a maior e a mais corajosa decisão que a Igreja tomou e que vai levar mais de 100 anos para se viabilizar porque ainda nem tem os padres formados para este trabalho, exceto alguns, que conseguiram escapar do sistema.

Imagino que os padres casados estejam entre estes alguns. Por isso está na hora de começar a falar sério do modelo de padre para uma igreja de discipulos missionários.

Essa questão do celibato, dentro desta grande realidade, é bastante secundária e que se resolve por si quando vier o novo Bispo, o novo Presbítero (e Presbítera) e o Diácono e Diaconisa.

Armando Holocheski

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *