Prezado Confrade Tavares, Agradeço-lhe pelo texto enviado.
O assunto é de meu máximo interesse. Escrevi um livro, que já está no prelo, no qual faço referência a diversos livros de Hawking. Aguardo a publicação do texto para inclusão na próxima edição de meu livro Estou na organização do lançamento do meu livro, cujo título é: “Origem do universo, da vida e do homem. Explicações antigas e novas”. Terá pouco mais de 300 páginas no formato 14X21, com 16 capítulos. Trata-se de uma obra mais de cunho acadêmico do que popular.Envio-lhe o texto que vai na contracapa para que tome conhecimento, ainda que pela rama, do que será tratado. Talvez levante alguma polêmica no meio eclesiástico, pois há muitas referências à Igreja católica. O lançamento está previsto aqui em Brasília para o dia 10 de dezembro. Está em cima da hora. Tenho pensado de enviar convite pessoal para alguns padres casados do Distrito Federal. Mas a lista de endereços do Catálogo Nacional está desatualizada. Além do mais, muitos colegas daqui já partiram “dessa para a melhor”… Tenho conhecimento de que está sendo elaborado um outro catálogo. Seria muito complicado conseguir alguns nomes do colegas de Brasília com seus respectivos endereços atualizados e também e-mails? Quem sabe, sempre haverá alguém interessado por assuntos que envolvem a Igreja católica. Se não for possível, não haverá problemas. De qualquer maneira, gostaria de ter pelo menos seu endereço postal, pois pretendo enviar-lhe um exemplar logo que receber da editora.
CONTRACAPA >
Há uma curiosidade geral de saber como o universo, a vida e o homem surgiram. Este livro faz uma incursão no terreno da mitologia, da filosofia, da religião e da ciência, mostrando como cada uma delas apresenta sua explicação das origens. A representação mitológica não pode ser tomada como descrição de como as coisas ocorreram, no que diz respeito à origem do universo, da vida e do homem. A cosmologia filosófica começou a ser elaborada pelos pré-socráticos, que viam todos os processos do mundo, como manifestações de regularidades naturais. A religião recorre a um Designer Inteligente, que teria projetado e criado todas as coisas. A ciência envereda por caminhos diferentes. A teoria do big bang, sem conseguir a unanimidade dos cientistas, é considerada plausível para explicar a origem do universo. A evolução do inorgânico para o orgânico e daí para o surgimento da vida não é uma teoria, é um fato. O homem tem sua origem num ancestral primata do longínquo passado, não tendo sido contemplado por uma criação especial. Por aí, já se vê que as explicações são conflitantes. O autor tece considerações críticas sobre as influências do cristianismo na cultura ocidental, particularmente, da Igreja católica romana. Ela fez oposição ferrenha ao heliocentrismo de Copérnico e, ainda hoje, à teoria da evolução por seleção natural de Charles Darwin. O autor tece considerações sobre o ateísmo, no mundo contemporâneo. Trata-se de um fenômeno público, de massa, e não de entendimento de intelectuais neuróticos, como se costumava afirmar.
Luiz Pereira dos Santos