O que realizamos em sua chácara, tenho certeza de que foi uma eucaristia.
Ninguém se revestiu de paramentos, nem se propôs a ler textos bíblicos. Nem mesmo uma leitura bíblica existiu. Necessária não foi uma exortação ou peça teológica.
Falou mais alto a presença de Cristo nas pessoas que ali foram testemunhar que entenderam o espírito de S. Camilo.
Não contei o número de pessoas? Seriam oitenta a cem, ou pouco menos?
Isto interessa menos do que sentir no olhar de cada um a esperança da unidade.
Valmar Angeli expressou esta esperança quando propôs na breve reunião antes do almoço que Pe. Augusto Mezzomo chamasse para si a efetivação de organização dos camilianos egressos.
Disse ele, também, que nós não somos ex camilianos. Aqueles que ali estavam foram para lá por causa do avivamento que a vocação camiliana de serviço aos pobres enfermos lhes traz ao coração.
Acho que São Camilo, que deve ter ficado muito triste com a diáspora camiliana pós-conciliar, se alegrou por ver ai seus filhos reunidos. Hoje existe o florir das esposas, filhos e netos.
Gemelli, Hélio Zanette e Luís Urbaneski, principalmente, vocês estão de parabéns pela ótima organização.
Foi gratificante encontrar meu colega, de noviciado e de minha turma de Ordenação Sacerdotal em 1966 , Domingos Ferronato. Na verdade gostaria de nomear todos meus companheiros camilianos que lá encontrei.
Obrigado.
Francisco de Assis Resende
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