Ir para o conteúdo
  • Instagram
  • Facebook
  • Youtube
Notas Biográficas
Contato
  • Home
  • Associação
    • História do MPC
    • Quem Somos
    • Diretoria
    • Encontros
    • Estatuto
  • Colunistas
    • Colunista – Claudia Cadore
    • Colunista – Anna Maria Gallazzi
    • Colunista – Eduardo Hoornaert
    • Colunista – Ivone Gebara
    • Colunista – José Alcimar
    • Colunista – Ozanir Martins Silva
    • Colunista – Padre Carlos Alberto
    • Colunista – Sônia Maria Altomar
    • Colunista – Wemerson de Araújo
    • Colunista – Colaborador(a)
  • Artigos
    • Ecoteologia – Carisma Franciscano
  • Poesias
  • Notícias
  • Mídias
    • Jornal Rumos
    • Galeria de Fotos
      • ENCONTRO NACIONAL PADRES CASADOS 2025
      • ENCONTRO – FORTALEZA 2012
    • Galeria de Vídeos
  • Home
  • Associação
    • História do MPC
    • Quem Somos
    • Diretoria
    • Encontros
    • Estatuto
  • Colunistas
    • Colunista – Claudia Cadore
    • Colunista – Anna Maria Gallazzi
    • Colunista – Eduardo Hoornaert
    • Colunista – Ivone Gebara
    • Colunista – José Alcimar
    • Colunista – Ozanir Martins Silva
    • Colunista – Padre Carlos Alberto
    • Colunista – Sônia Maria Altomar
    • Colunista – Wemerson de Araújo
    • Colunista – Colaborador(a)
  • Artigos
    • Ecoteologia – Carisma Franciscano
  • Poesias
  • Notícias
  • Mídias
    • Jornal Rumos
    • Galeria de Fotos
      • ENCONTRO NACIONAL PADRES CASADOS 2025
      • ENCONTRO – FORTALEZA 2012
    • Galeria de Vídeos

Os filhos dos padres

  • 13/11/2017
  • 20:55
Fernando Calado Rodrigues – 11/11/2017

Nos primeiros séculos do cristianismo, embora se valorizasse a opção pelo celibato, ela não era impeditiva da ordenação. 

A comunidade gerava os seus líderes e escolhia os que poderiam presidir à eucaristia e perdoar os pecados.

Um pouco como acontece hoje em algumas ordens monásticas, nas quais, de entre os seus membros, se escolhem os que possam assumir esse serviço aos irmãos, nunca entendido como uma promoção ou – o que é pior ainda – como o exercício de um poder vedado a outros, ou uma carreira.

Os casos de padres com filhos, como o que foi revelado há dias no Funchal, são sempre pretexto para pôr em causa o celibato e pedir à Igreja que “deixe casar os padres”. Esta é uma má forma de pôr a questão. O que a Igreja deve refletir é
  • se deve ou não voltar a ordenar homens casados,
  • uma práxis comum em quase toda a Igreja durante o primeiro milénio do Cristianismo
  • e que se manteve até hoje na Igreja Católica Oriental.

Nos primeiros séculos do cristianismo,

  • embora se valorizasse a opção pelo celibato,
  • ela não era impeditiva da ordenação.

A comunidade gerava os seus líderes e escolhia os que poderiam presidir à eucaristia e perdoar os pecados. Um pouco como acontece hoje em algumas ordens monásticas, nas quais, de entre os seus membros,

  • se escolhem os que possam assumir esse serviço aos irmãos,
  • nunca entendido como uma promoção
  • ou – o que é pior ainda – como o exercício de um poder vedado a outros, ou uma carreira.

Nesta perspetiva, porventura mais coerente e próxima do cristianismo dos tempos apostólicos,

  • a vocação ao sacerdócio deixaria de ser uma opção tão pessoal e individual, como acontece hoje em dia,
  • para envolver muito mais a comunidade, porque mais orientada para servi-la.

Continuaria a valorizar-se os que optassem por uma vida celibatária, mas essa condição não seria exigida para aceder ao ministério. Seriam, isso sim, exigidas outras qualidades, como
  • a liderança,
  • o espírito de serviço,
  • a maturidade humana, afetiva e espiritual.

Isso não evitaria os escândalos e as polémicas, mas talvez diminuísse a sua intensidade. Estes, no seio da Igreja Católica, como em qualquer outra instituição, afetam sempre a sua credibilidade e a sua imagem.

É normal que atraiam a atenção das pessoas e dos meios de comunicação. Não adianta tentar abafá-los ou atacar o mensageiro. Nem esperar que as questões se resolvam por si.

Estes casos

  • nunca são benéficos,
  • mas podem ser uma oportunidade para aprofundar a reflexão
  • e implementar medidas para os prevenir e evitar no futuro, tanto quanto isso é possível.

Na verdade, por mais que se faça, como a Igreja é constituída por homens e mulheres que falham – ou, se preferirmos a linguagem religiosa, que pecam – eles nunca serão totalmente erradicados.

 

Imagem relacionada

Fernando Calado Rodrigues

* Padre

Fonte: https://www.jn.pt/opiniao/convidados/interior/os-filhos-dos-padres-8909617.html

 

 

LEIA MAIS:

  • Igreja Católica. Padres com filhos devem assumir paternidade? Igreja …
  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU – Os filhos dos padres: a nova …
  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU – Filhos de padres: Anne-Marie …

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ASSOCIAÇÃO RUMOS © 2014-2024. Todos os direitos reservados.

SRTVN QD 701 CONJ C SL 622 A ASA NORTE 70719-903 BRASILIA-DF

Desenvolvimento

  • HOME
  • CONTATO
  • WEBMAIL