-
Tudo virou comércio, agitação, compras, presentes.
-
Trocaram o Menino Jesus pelo bobão do “papai noel”: em vez de um Menino, filho de Maria, JESUS, inventaram um velho bobo, vestiram-no de vermelho e o chamaram de PAI NATAL, gordo e ridículo que nem falar sabe e se expressa por grunhidos: oh! oh! oh! . Um total contra-senso.
-
Em vez da gruta e da manjedoura, de anjos e pastores, de Estrela que guia os magos, inventaram renas que voam, campainhas, trenó cheio de presentes e um tal de pinheiro a que chamaram árvore do Natal.
-
Nossos ridículos e amorais políticos, na Câmara e no Senado, vão aumentar o salário mínimo para 540 reais: 5,9%. Mas o deles e o de outros “magnatas” aumentou de 60 a 140%. De uma só vez. Assim, a partir de fevereiro, um juiz, um deputado federal, um senador vão ganhar 50 vezes mais, na faixa de 26.000 reais. Fora muitas outras mordomias que eles autocrática e desavergonhadamente se atribuem com a maior naturalidade. Clique no hiperlink abaixo e veja a matérias completa de Agência Adital.
- Nos últimos dias antes do recesso parlamentar, (clique e confira) no apagar das luzes de 2010, a maioria do Congresso acaba de aprovar um novo “trem da alegria”: um aumento para os seus próprios salários e de outras autoridades, variando de 60% a 140%. Há um mês e meio, vários setores do governo e da mídia vêm repetindo incansavelmente que é preciso cortar gastos, que 2011 vai ser o ano do aperto, que o salário-mínimo não poderá ultrapassar R$ 540,00 – correspondente à inflação do ano, 5% -, que os funcionários públicos não terão aumento. E, de repente, em um dia, deputados (as) e senadores (as) aprovam este aumento para equiparar todos os seus salários ao mais alto salário do funcionalismo, o dos Ministros do STF – R$ 26 mil. – Adital
- Dom Manuel Edmilson Cruz, em protesto contra os gravíssimos abusos do nossos parlamentares, acaba de recusar (clique e confira o texto completo) com muita dignidade e hombridade uma Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Câmara conferida pelo Senado. Quem assim procedeu não é Parlamentar. É para lamentar. – conclui o corajoso, honesto e sensato D. Edmilson, que termina seu discurso no Senado assim:
“Sinto-me primeiro, perplexo; depois, decidido. A condecoração hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Helder Câmara. Desfigura-a, porém. Sem ressentimentos e agindo por amor e por respeito a todos os Senhores a Senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la! Ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, a cidadã contribuintes para o bem de todos com o suor de seu rosto e a dignidade do seu trabalho. É seu direito exigir justiça e eqüidade em se tratando de honorários e de salários. Se é seu direito e eu aceitar, estou procedendo contra os Direitos Humanos. Perderia todo o sentido este momento histórico. O aumento a ser ajustado deveria guardar sempre a mesma proporção que o aumento do salário mínimo e da aposentadoria. Isto não acontece. O que acontece, repito, é um atentado contra os Direitos Humanos do nosso povo”. – Adital
Mas, apesar de tudo isso quero desejar a todos os familiares, amigos, colegas e companheiros de caminhada e, de maneira toda especial a você que tem fé e que luta por um mundo mais justo e mais humano, um Natal Cristão, onde haja lugar para o Menino Jesus, Deus feito homem para a todos nos salvar, se para isso tivermos Boa Vontade e abertura às necessidades dos irmãos. (Mt 25, 31-46)
